Dicas de Internacionalização para os EUA

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O mercado americano é realmente vasto, e por essa mesma razão surgem constantemente novas oportunidades de negócio que podem ser viáveis às empresas portuguesas.  Há espaço para o crescimento!

É importante perceber que o mercado americano é deveras exigente, principalmente no que diz respeito ao setor tecnológico ou eletrónico. As excelentes empresas americanas que operam neste mercado são muito competitivas e inovadoras, por isso os produtos a exportar têm que garantir níveis básicos de sofisticação. Portugal mostra cada vez mais que tem capacidade de resposta a este nível, aliás, foi considerado no ano de 2013, o 25.º país mais inovador de todo o mundo.

Mas o mercado é muito diversificado, e por isso é preciso sim saber onde investir e o que se deve exportar, é necessário ter em atenção que o país é uma mistura fascinante de pessoas, culturas, religiões, e até necessidades. Claro que seria impossível pensar nos EUA sem verificar que existem cerca de 2 milhões de luso-descendentes totalmente integrados no país, fazendo com que qualquer parceria económica possa ser mais fácil de colocar em prática.

Para conhecer melhor o mercado, apresento-lhe alguns pontos fortes, fracos mas também algumas dicas úteis para que perceba a viabilidade do investimento na Alemanha.

Pontos FortesPontos FracosDicas Úteis
  • Mercado com empresas altamente inovadoras;
  • Transparência dos mecanismos existentes no mercado;
  • Informação completamente pública e completa
  • Facilidade em recorrer a operadores específicos para qualquer uma das fases do processo de exportação;
  • Forte capacidade interventiva das Câmaras do Comércio na facilitação do negócio;
  • Valorização da competência profissional;
  • Multiplicidade e eficácia dos canais de distribuição;
  • Valorização do mercado português e dos seus produtos.

  • Mercado muito competitivo, onde ainda existe algum nacionalismo;
  • Regulamentações diferem de Estado para Estado;
  • Legislação exigente e procedimentos rígidos quanto à entrada de produtos no mercado;
  • Dificuldades na obtenção de vistos de trabalho;

  • Deve procurar informações sobre como o seu produto é absorvido pelo mercado;
  • Focalizar-se numa região dos EUA, escolhendo o melhor ponto para entrar;
  • Ter um parceiro local;
  • Selecionar criteriosamente o canal de distribuição, uma vez que este ditará o sucesso ou não dos produtos no mercado;
  • Ponderar estratégias conjuntas de branding, networking ou de cadeia de valor;
  • Forte desenvolvimento das “market weeks” e dos “show-rooms”, ao invés das Feiras.

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