Espanha

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Apresentação do País

O mercado espanhol sempre representou para nós o parceiro mais fiável e seguro para investir. A proximidade geográfica permitiu que muitas trocas entre os países fossem realizadas, representando para nós um mercado muito rentável.

Na verdade, a Espanha teve um crescimento económico constante e estável desde a década de 90 até ao ano da grande crise mundial, 2008. O mercado português era um forte cliente espanhol, acrescentando igualmente o as grandes e atrativas economias Americo-Latinas com língua oficial espanhola.

A partir do ano de 2008, a Espanha viu enormes dificuldades em continuar o seu processo de crescimento e entra em verdadeiro declínio, não conseguindo superar a crise como as restantes grandes potências europeias.

O Governo espanhol implementou em 2010, diversas medidas que visavam a redução no imediato do défice público com o corte de vencimentos de membros do Governo, e ainda o corte nos valores referentes ao desenvolvimento do país. Porém não conseguiu fomentar o investimento de capital privado, e por isso foram necessárias medidas que, no imediato, quebrassem com os valores elevados de desemprego, e tornassem de novo o país atraente para as empresas.

No ano de 2009, a Espanha foi atacada pelo decréscimo acentuado da sua atividade económica, cerca de 3,5%, apontanto este ano como o pior em termos económicos da sua história moderna. Em 2011, passou a ser a 13.ª economia mundial, e a 5.ª maior da União Europeia, pode-se concluir portanto que mesmo com crescimentos menos positivos que o desejado, o país ainda ocupa uma posição de destaque e relativa importância no panorama empresarial mundial.

Apesar dos números pouco satisfatórios, o país ainda se mostra muito competitivo, apresentando níveis elevados de qualidade, em vários setores, como é o caso das energias renováveis, com a empresa Iberdrola, o maior operador mundial de energia renovável, ou ainda o setor das telecomunicações, com as grandes Telefônica e Movistar. A Espanha é ainda detentora da 15.ª maior petroleira do mundo, a Repsol, que opera em mais de 30 países, fazendo com que a economia ainda se apresente forte externamente.

O decréscimo do consumo privado também é um dos valores menos positivos, 0,2% em 2013, devido ao endividamento das famílias e ao contínuo crescimento do desemprego, que se situa entre os 26%, equivalendo a cerca de 132.055 pessoas. Porém, prevê-se que entre os anos de 2013 e 2014, a economia espanhola volte a apresentar números positivos em termos globais, embora nunca ultrapasse 1%.

Em 2011, as exportações espanholas de bens foram de 214.485,6 milhões de euros, ou seja, mais 14,8% do que o período homólogo, contribuindo muito para este valor as boas relações que mantém com os países parceiros da América Latina, permitiram que a balança das exportações apresentasse valores positivos.

Embora de forma muito gradual, prevê-se que a economia espanhola apresente valores positivos em 2013/2014, recuperando as mazelas da crise, aumentando desta forma a confiança dos consumidores mas também dos investidores estrangeiros.

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