Comércio Internacional Chinês

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A China habituou os mercados às fortes taxas de crescimentos anuais, colocando muitas vezes em causa o crescimento económico das restantes potencias que também estavam na Organização Mundial do Comércio.

No ano de 2012, as exportações contribuíram menos para o PIB do que em anos anteriores, representando desta forma apenas 7,8%. Estes valores mostraram-se em baixa devido À continua retração dos mercados económicos europeus. A maioria das potência ainda está a sofrer gravemente as consequências da crise e da austeridade implementada pelos Governos locais.

O principal mercado para a China continua a ser o Europeu, as estreitas relações entre os dois países permitiu que o decréscimo das exportações não fosse tão acentuado. Em 2011, o país exportou para a UE27 cerca de 428 mil milhões de euros.

É também visível a forte aposta que as empresas chineses têm realizado no velho continente, nos últimos anos, o incentivo à exportação para estes países aumentou, e as apostas em setores de negócio chave tem crescido. Temos como exemplo a importante compra de 49% da EDP Renováveis pelos chineses, ou até mesmo a compra de 25% da REN, casos polémicos, mas de enorme importância para a China, que conseguiu assim estar ainda mais próxima da Europa.

No final do ano de 2012, a China apresentava bons resultados, com as receitas fiscais a aumentarem e a inflação com valores mais baixos, porém os resultados líquidos que demonstravam ficaram aquém das expetativas. No último trimestre do ano, o país apresentou uma pequena crescida, 7,9%, fazendo com que entrasse em força no ano de 2013, contrariando algumas tendências de meses passados.

Espera-se que no ano de 2013, a economia volte mesmo a aumentar devido a factores externos mas também internos. Com uma previsão do aumento da procura interna de bens e serviços, mas também com as melhorias dos mercados europeus, que tentam sair da crise e do clima de instabilidade, aponta-se para um crescimento de 8,4%.

Relativamente aos maiores fornecedores de produtos para a China, os dados relativos a 2010, mostram que países asiáticos mantém uma posição no topo da tabela, assim, o Japão, a Coreia do Sul e a Tailândia apresentaram vendas mais significativas. Estes três países representavam, cerca de 31% do total de todas as compras de produtos importados.

Tabela Principais Fornecedores Fonte: AICEP

Tabela Principais Fornecedores
Fonte: AICEP

Se por outro lado analisarmos os principais clientes da China até 2010, continuam a ser as grandes potencias mundiais, destacando-se os EUA, Hong Kong – região administrativa especial, e Japão.

Tabela Principais Fornecedores Fonte: AICEP

Tabela Principais Fornecedores
Fonte: AICEP

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