China

porto_de_shangai_chinaApresentação do País

Liderando a tabela dos países mais populosos do mundo, a República Popular da China, ocupa hoje uma posição de destaque nos mercados globais. Com mais de 1,3 mil milhões de habitantes, o país mostra-se muito atrativo para as empresas que querem exportar, uma vez que a capacidade de absorção dos produtos é quase instantânea.

As reformas realizadas pelo Governo no ano de 1978, permitiram um crescimento económico exponencial, tornando-se a economia com um crescimento mais rápido nos últimos 25 anos. Essas mesmas reformas visavam sobretudo a exploração económica de mercados emergentes, nomeadamente o europeu, catapultando o país para maior exportador mundial desde 2009. Desde então, o PIB chinês cresce uma média de 10% ao ano, apresentando valores que superam todas as expetativas e criam confiança aos mercados.

Sem dúvida que estes valores também são explicados pela entrada da China na Organização Mundial do Comércio em 2001, em que as negociações demoraram 15 anos. Com a sua entrada na OMC, as trocas comerciais com os restantes países parceiros tornaram-se mais fáceis. Muitos países temeram a entrada da China na Organização, uma vez que esta apresentava-se com valências ao nível da produção que nenhum dos outros parceiros conseguia mostrar. O baixo custo de produção era o ponto mais temido, uma vez que o país conseguia juntar alguns fatores, dos quais se destacam: a mão de obra barata, boas infraestruturas, alta produtividade e uma moeda desvalorizada.

A industrialização do país trouxe enormes vantagens socio-económicas ao mesmo, reduzindo a sua taxa de pobreza de 53% (1981), para 8% em 2011, conseguindo que apenas 10% da população chinesa viva abaixo da linha da pobreza; esta aposta na industrializaçã trouxe ainda uma das mais baixas taxas de desemprego de sempre, 10%.

O Governo incentivou ainda o investimento privado, conseguindo com que hoje 70% de todas as empresas existentes fosse constituída através de capitais privados. As fazendas e todos os setores que o Governo apontou como não estratégicos foram entregues, e atualmente o estado tem apenas influencia direta em áreas chave, como é o caso da energia e indústria pesada.

Através de todo o investimento e apostas estruturais realizadas pela China, hoje o mercado torna-se especialmente atraente para as empresas mundiais uma vez que o mercado interno chinês tem muito potencial. Na verdade, a taxa de pobreza tende a diminuir significativamente, fazendo com que a população tenha cada vez mais poder de compra. É ainda curioso perceber que os chineses são os segundos maiores consumidores de bens de luxo, representando 27,5% da quota global, o que dá margem de crescimento às empresas que queiram apostar na comercialização destes produtos no país.

Porém, a China continua a sofrer de alguns problemas internos que muitas vezes podem assustar os investidores, os dados estatísticos e políticas futuras, são camufladas pelo Governo, sendo que se sabe apenas aquilo que o mesmo transmite. Mesmo assim, podemos ter a certeza que a China é realmente um dos maiores mercados mundiais, que fazem com que exista uma concorrência forte nos negócios, e uma necessidade de resposta rápida e eficiente para competir com as empresas existentes.

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