Dados Económicos Brasileiros

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Desde 2011 que o Brasil é considerado a sexta maior potência mundial, ficando atrás de países como os Estados Unidos da América, China, Japão, Alemanha e França. Mas este feito só foi possível pela forma positiva de como o país enfrentou a crise mundial desde 2008 e a bolha imobiliária nos Estados Unidos nesse mesmo ano.

Foi no mesmo ano em que o mundo entrava naquela que é a maior crise do século, que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s classificou o Brasil como “investimento seguro”. Com este reconhecimento mundial o Brasil conseguiu um crédito de US$7 mil milhões para poder investir em políticas locais, sociais e económicas até 2011.

Este grau confiado ao Brasil, permitiu atrair mais investimento externo, principalmente por potências que optaram por promulgar medidas facilitadoras e de incentivo à exportação.

Em 2011, o Brasil viu os números de Investimento Estrangeiro Direto aumentarem de forma exponencial, atingindo os US$ 69,1 mil milhões, equivalendo a cerca de 2,78% do PIB nacional. Muitas empresas têm visto o Brasil como um mercado cada vez mais atraente em termos globais, exemplo disso, são as ações de âmbito socio-desportivo, permitiu igualmente este investimento estrangeiro (Campeonato do Mundo de Futebol 2013 e Jogos Olímpicos 2016).

Indicadores MacroeconómicosFonte: AICEP

Indicadores Macroeconômicos
Fonte: AICEP

Esta confiança no mercado brasileiro não é fugaz, e não se resume unicamente a eventos desportivos importante. Em 2009, o Fundo Monetário Internacional (FMI) convidou o país a tornar-se credor da instituição. Desde esse ano, o Brasil assume-se mundialmente como economia crucial para o desenvolvimento económico mundial, passando de devedor a credor.

Em 2011, o Brasil torna-se a sexta maior potência de reservas internacionais (proteção contra crises mundiais), com um recorde de US$ 350 mil milhões segundo o Banco Central, ficando atrás da China, Japão, Rússia, Arábia Saudita e Tailândia.

A solidez da economia brasileira apenas é possível pela adoção permanente de normas mais rígidas, que tornem o país economicamente atraente para outras potências. O controle da inflação e das trocas flutuantes é rigoroso, permitindo baixar os níveis de desemprego para números históricos, aumentando por conseguinte o poder de compra da população. Estas políticas têm favorecido ainda o ajustamento do salário mínimo nacional, que no ano de 2013 voltou a aumentar para R$ 678 (aproximadamente 248,98€).

Desde 2008 que se assiste a medidas inovadoras, direcionadas para o estímulo constante do consumidor interno, aumentando o seu poder económico favorecendo o crescimento do PIB. O crédito à população foi cedido e os impostos diminuídos, conseguindo assim transmitir estabilidade e transparência politico-financeirta aos mercados mundiais. Desta forma, o Brasil conseguiu criar não só mais riqueza na população ativa, como também nas empresas, uma vez que o volume de vendas nos últimos anos tem aumentado substancialmente.

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