Dicas de Internacionalização para Angola

Luanda

Os bons resultados obtidos por várias empresas portuguesas, trazem maior confiança no mercado, angariando cada vez mais capital português. Sem dúvida que a estabilidade político-económica do país permite que seja mais seguro investir no país, com uma margem de segurança maior.

Atualmente estão a ser criadas mais políticas que favoreçam o povo angolano, diminuindo a pobreza e o desemprego, para atrair ainda mais capital estrangeiro. Angola está a criar os alicerces necessários para que investir no país seja mais seguro e mais atrativo a todos os níveis.

Para perceber  o mercado, apresento-lhe alguns dos pontos fortes e fracos e dicas úteis para exportar para Angola.

Pontos FortesPontos FracosDicas Úteis

• Economia diversificada e em crescimento;
• Existe uma reindustrialização da economia, sendo necessário criar pólos industriais;
• Acessos à cidades com boas condições – novas linhas rodoviárias e aeroporto de Luanda;
• Novos projetos em curso de construção de aeroportos e reabilitação de linhas ferroviárias;
• Sólida presença da banca portuguesa, e crescimento da mesma;
• Oferece condições atrativas à venda e investimento em todos os setores;
• Financiamento para construção de estabelecimentos comerciais em Luanda;
• Existência de linhas de crédito e incentivos a pequenos grupos agrícolas;
• Crescimento constante da classe média;
• Crescimento populacional de 3% ao ano;
• Reconhecimento da excelência dos produtos portugueses;
• Relação muito bem consolidada entre os governos dos dois países.

• Elevada taxa de informalidade na economia;
• Inconvertibilidade da moeda Kuanza fora do país;
• Sistema judicial é burocrático;
• O sistema económico ainda é pouco organizado;
• Carência de empresas de qualidade para transporte de mercadorias entre cidades;
• Poucas redes de distribuição;
• Operações portuárias muito morosas;
• Pouca mancha territorial de cadeias de lojas e supermercados;
• Forte dependência da importação do petróleo;
• Dificuldades nos pagamentos às empresas pelos orgãos públicos;
• Sistema de ensino ainda pouco desenvolvido, levando a mão de obra pouco qualificada.

  • Verificar a Lei do Investimento de janeiro de 2011;
  • Só projetos acima de um milhão de USD, em setores prioritários beneficiam de incentivos;
  • O comércio interno é uma prioridade, por isso há incentivos para o pequeno retalho, mercados municipais e comércio grossista;
  • Os contratos devem ser realizados em Euros ou em Dólares – o Kuanza não é convertível;
  • Existem diferenças significativas entre o sistemas judicial de ambos países;
  • A maioria das adjudicações são realizadas em Luanda e não na província de destino;
  • Contar com a forte concorrência de empresas brasileiras e chinesas;
  • Entre a saída de um produto em Angola até à sua entrega podem passar meses;
  • Estabelecer um bom relacionamento com a Agência Nacional para o Investimento Privado;
  • Dispor de uma gestão de stocks consistente, que faça face aos problemas logísticos angolanos;
  • Conhecer as faltas de resposta da indústria transformadora local;
  • País que necessita de ajuda em soluções técnicas.

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