Angola

Luanda

Apresentação do País

Depois de dada a independência à República de Angola há mais de 35 anos, hoje o país apresenta-se como um local estratégico de expansão de empresas portuguesas. Na verdade, esta política expansionista portuguesa para Angola só é possível porque, de 2005 a 2007, o país apresentou uma taxa de crescimento anual situava-se nos 20%.

Também afetada pela crise económica de 2008, Angola nunca parou de apresentar valores positivos na sua taxa de crescimento. Contribui para este facto o país ser o segundo maior produtor petrolífero e exportador de diamantes, setores económicos que apresentam sempre muita estabilidade.

Este crescimento constante da economia angolana deveu-se sobretudo a políticas de estabilização e de incentivo ao investimento estrangeiro, principalmente proveniente de Portugal.

Embora com valores bastantes satisfatórios, Angola não tem produção própria da maioria dos produtos necessários ao desenvolvimento de uma economia forte. Ou seja, é imperativo recorrer a empresas não nacionais para a conceção, distribuição e até comercialização de produtos.

Outro ponto muito caraterístico da economia angolana, é a centralização de empresas/pólos industriais e redes de transporte na capital, Luanda, cerca de um terço de toda a atividade económica esta localizada na principal cidade. Este é um facto resultante da guerra civil, embora já passados mais de 10 anos, a desigualdade entre as cidades angolanas, no litoral e no interior, é muito visível, afetando a economia e o desenvolvimento generalizado do país.

A Guerra Civil, terminada em 2002,  contribuiu para a carências de públicas que permitam o desenvolvimento sustentado de todas as regiões e de infraestruturas básicas, sendo que este ponto é visto como estratégico para a economia portuguesa – é necessário reconstruir o país.

Tal como outros mercados, Angola tem caraterísticas muito próprias, tendo que ser encarado como uma economia em expansão, sem muitos recursos próprios, com hábitos culturais bastante distintos, ainda marcados pelos longos anos de guerra. Embora seja fácil a comunicação com parceiros locais, é importante perceber que infelizmente o país não é dotado de um grande mercado de recursos humanos qualificados, fazendo com que muitas das vezes seja necessário acompanhar o negócio in loco.

O investimento inicial para entrar na economia angolana como exportador é muito elevado, fazendo com que algumas empresas tenham receio de investir, cerca de 1 milhão USD. Porém existe uma linha de crédito angolana, para o investimento estrangeiro, ou seja, as empresas portuguesas podem usufruir de acordos privilegiados, que ambos os países realizaram. Os vistos de trabalho de empresários portugueses, foi igualmente facilitado, para que este ponto não fosse impedimento ao investimento português.

Embora com diferenças muito significativas entre toda a população, existem muitos angolanos com elevado poder económico.Consumir produtos importados confere um status na sociedade muito devido aos seu preço. Mostra-se então um mercado muito aliciante para as empresas portuguesas, desde que acompanhadas pelo parceiro de negócio certo, e experiente nas exigências angolanas.

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