Dados Económicos Alemães

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Considerada como o coração de toda a economia da União Europeia, a Alemanha apresenta-se ao mundo como a economia mais forte e coesa da zona euro. Representa 20,2% do total do PIB da UE27, o que faz com que a sua importância enquanto motor de toda a economia mundial seja cada vez mais elevado. Tendo em conta os números económicos mundiais, o país encontra-se na 4ª posição dos países com maior valor de PIB, fazendo aumentar a sua confiança nos mercados externos.

Estes valores levaram a que a Alemanha fosse hoje, um dos principais agentes económicos mundiais, conseguindo portanto canalizar muito bem as economias dos países terceiros a seu favor. Muitas medidas foram tomadas na tentativa de “impulsionar” as economias externas, resultando em cerca de 46,8% de bens alemães exportados no ano de 2010.

É errado pensar que a Alemanha não sofreu com a crise nos mercados mundiais desde 2008, na verdade, a sua visão estratégica e empreendedora, fez com que quisesse investir economicamente e enfrentar as dificuldades existentes. Foi no segundo trimestre de 2010 que a Alemanha começou a caminhar na razão inversa dos outros países, podendo assim mostrar que tinha recuperado da crise de forma muito rápida e sustentada. O seu crescimento anual desde o ano de 2008 foi de 3,6% ao ano, compreendendo-se assim o porquê da hegemonia alemã, principalmente nos mercados europeus em retração diária.

Como país altamente industrializado, a Alemanha tem vindo a crescer sustentavelmente, porém, acredita-se que no ano de 2012, o país tenha fechado o ano com uma contração no PIB em cerca de 0,3%, mesmo assim, não são valores assustadores para uma economia com um risco de estrutura económica quase nulo. Estes resultados devem-se sobretudo, à continua crise dos países importadores dos seus produtos, cujo poder de compra diminuiu substancialmente, explicados pela forte austeridade adotada pelos Governos.

Mesmo assim, as fortes alianças económicas alemãs fazem com que a sua indústria continue uma das mais fortes em termos mundiais, e por isso com entradas privilegiadas em mercados parceiros. Na verdade, o país necessita de crescer muito economicamente, uma vez que a redução fiscal é uma das suas premissas, que só será alcançada com estupendos resultados no PIB.

Em 2011, a taxa média de inflação encontrava-se aproximadamente nos 2,5%, onde sem dúvida foram os produtos derivados do petróleo que mais sentiram este valor. Acredita-se que a inflação alemã retraia nos próximos anos em cerca de 0,6%, muito devido à retração da atividade económica causada pela diminuição da procura.

Hoje a Alemanha aposta em medidas de incentivo à contínua produção, à proteção do emprego, mas também a uma ação fiscal muito apertada, fazendo com que todos os organismos contribuam de forma ativa para o crescimento económico do país.

De certo que o país continuará a mostrar o seu poderio e consistência económica aos mercados internacionais, resta às empresas dos países parceiros encontrar as (muitas) oportunidades certas para o seu crescimento. A Alemanha, continuará a ser um bom país para se apostar!

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